| Sinopse | O escritor Brian K. Vaughan, durante um painel de divulgação da graphic novel em uma convenção nos EUA, tentou definir OS LEÕES DE BAGDÁ em apenas uma única frase: “É a Guerra do Iraque sob o ponto de vista dos animais”. Os bichos falantes que protagonizam este especial, no entanto, servem somente para dar forma às muitas perguntas que o próprio Vaughan tinha sobre a ocupação norte-americana no Iraque. Tentando evitar respostas prontas que pudessem ser enfiadas goela abaixo do leitor, ele encontrou a narrativa ideal em 2003, ao ler a notícia a respeito de quatro leões que fugiram do zoológico de Bagdá após um dos primeiros bombardeios dos aviões ianques. Aqueles enormes felinos, perdidos e confusos, famintos mas finalmente livres, seriam seus protagonistas. OS LEÕES DE BAGDÁ é uma parábola, uma bela fábula na melhor tradição de Esopo – mas que, apesar do visual do jovem filhote Ali, não pode em nada ser confundida com O Rei Leão ou demais produções da Disney. |