| Sinopse | Uma garota entendiada. Um cara sem rumo. Quando os dois se encontram, dividem uns goles de água e decidem dar um jeito na chatice da vidinha dela, a começar pelo totem de caretice que é seu namorado, um gordinho que prefere se masturbar diante de filmes pornôs a desvirginar a mocinha. Depois de assassinar o garoto, os dois partem para uma aventura que envolve transformismo, drogas, bissexualidade, música eletrônica, pop art, assaltos, suicídio e infanticídio. O ritmo é doentio, os coadjuvantes são deliciosos, o desenho de Bond é impecável, mas é nas frases e nos diálogos de Morrison que estão os grandes momentos. A importância do texto foi o que acabou matando a versão nacional da história, publicada em 1999 pela Tudo em Quadrinhos, rebatizada como Como Matar seu Namorado. A tradução não segura a obra, que perdeu o brilho. Definitivamente é outra coisa. Visualmente parecida (embora com cores desbotadas e letras bem tortas), mas está longe de ter a força do original em inglês. |