A Ira do Espectro foi uma minissérie composta principalmente por republicações das histórias do Espectro, originalmente publicadas em Adventure Comics das edições #431 a #440. A série foi criada pelo editor Joe Orlando, com roteiros de Michael Fleisher e ilustrações de Jim Aparo. A quarta edição desta minissérie inclui três histórias até então inéditas, que haviam sido escritas para a publicação original, mas não puderam ser lançadas devido a uma mudança repentina no formato da série. Embora a publicação original tenha sido controversa na época por causa da representação de violência e de temas de horror, A Ira do Espectro recebeu avaliações geralmente positivas tanto de fãs quanto de críticos.
DC Comics
Gibis publicados originalmente pela DC Comics
Batman do Futuro – Neogótico (2023)
Terry McGinnis provou ser o verdadeiro Batman, mas agora deve enfrentar os segredos da Antiga Gotham. Crianças estão sumindo nas ruínas do subsolo, e Terry precisará da ajuda de um guia inusitado, Kyle, o Catboi, para resgatá-las. Em uma jornada às profundezas da cidade, ele descobrirá o que restou da magia e quais vilões do passado nunca partiram. O destino de Gotham está enterrado.
Astro City – Especiais (2003 – 2010)
Entre os volumes 2 e 3, Astro City não ficou esquecida. Entre os anos de 2003 a 2009 foram lançadas vários especiais e minisséries que ajudaram a estender a mitologia de Astro City e preparar os leitores para o volume 3, que seria lançado em 2013 sob o selo Vertigo.
A Fúria do Nuclear (2026)
A comunidade de Bedford, Colorado, é uma pequena cidade dormitório. As pessoas cumprimentam seus vizinhos, vão para as reuniões na prefeitura, e torcem para o time de futebol da escola local nas noites de Sexta. Mas esta pequena cidade idílica é virada de cabeça para baixo quando o Homem Nuclear chega e começa a… experimentar.
Gross Point (1997)
Não julgue um livro pela capa. Nós todos já ouvimos isso. Gross Point prova isso. Quando eu li a sinopse da capa “Ele se transforma em um monstro ao toque de uma garota bonita!” Eu presumi que Gross Point era um quadrinho de horror/humor moderno, talvez apresentando dois ou três contos de fantasia e ficção científica macabra. De jeito nenhum imaginei que isso pudesse render uma revista de vinte e duas páginas. Eu pensei. Sim. Eu estava errado.





